Essa semana eu completo meus (poucos) 18 anos. E, nos últimos dias do ano novo, ninguém, além de mim, tem noção de quanta coisa mudou em mim. Viajei, conheci gente nova, li um livro. Nada fora de mim mudou, nem minha rotina. O negócio foi in mesmo, sabe?! E quando eu digo in, eu to falando do coração. E não preciso dizer com todas as letras que estamos falando de algo ligado a relacionamento, certo?! Óbvio que outras coisas mudaram em mim, porém, eu lá sei falar de algo além de paixão, amor? Acho que não...
Já me disseram várias vezes que o tempo te muda, te faz crescer e o principal, entender muita coisa e eu, teimosa, sempre disse que sou a mesma desde os 15 anos. Mas que bobeira, vejo isso aqui mesmo no blog, lendo meus antigos textos, como eu pensava diferente antigamente e me fiz aquela pergunta clássica: e se eu tivesse feito diferente?
Se eu tivesse feito diferente, não teria aprendido tudo o que o tempo me ensinou até hoje. Mas o principal, não é diferente de nada que você nunca tenha ouvido: as coisas acontecem exatamente do que jeito que elas têm que acontecer. Não adianta essa impaciência toda, pode demorar uma semana, duas ou até um ano, quando as coisas têm que ser, serão.
Entendi que você não é o único que tem que demonstrar interesse. Existem duas pessoas dentro de um relacionamento, sendo sério ou não. E acredite, de fato, o interessado dá um jeito. Entendi também que quando algo não dá certo, ficar em casa comendo chocolate e olhando para o telefone não é uma opção que exista. Que existe um mundo inteiro porta a fora e acredite, ele serve pra ser vivido.
Parece hipocrisia, afinal, ninguém é tão inatingível assim. Todo mundo, pelo menos, umas duas vezes na vida chora ao deitar a cabeça no travesseiro, lembra de fulano quando ouve certa música, deseja que aquela cena do filme em que os dois protagonistas se reencontram e fazem declarações um para o outro aconteça com você. Mas também existem os momentos de diversão, aqueles que você vai sair mesmo sem vontade pra ver se esquece. Sai dessa de querer só dormir, se tem uma coisa que você aprende é que a sorte não bate na sua porta sorrindo. Você tem que ir atrás dela. Eu ainda não encontrei a minha, mas o caminho ta indo bem e, sabe que talvez até esteja dando certo?!
Manoela
Espaço que eu uso pra expressar sentimentos, contar histórias, e tentar mostrar que nós somos, no fundo, todos iguais. Amamos, choramos, rimos. Se tem alguma coisa de real? Meu sentimento em cada palavra escrita.
Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012
Domingo, 7 de Agosto de 2011
Fora de si
Um tempo atrás li um livro da Martha Medeiros, que conta a história de uma mulher que depois do divórcio, vive uma paixão avassaladora, mas que, infelizmente, acaba. O Fora de mim (nome do livro), mexe com todos os seus sentimentos. E o que mais prevaleceu em mim, durante boa parte do livro, foi uma espécie de raiva. Sim, raiva. Porque aquela mulher sofreu e se questionava sobre o amor. E eu pensava como alguém poderia reagir assim ao término de uma relação. Até porque, quando começamos algo, sabemos que o risco de terminar existe e que temos, querendo ou não, que estar preparadas para. Como também sabemos que isso é impossível.
Quem tem um coração batendo no peito sabe o que é perder alguém. Sabe o que é ter uma história terminada antes do desejado, ou melhor, um término não desejado. Enquanto fui lendo o livro, fui me tocando que já estive no lugar dessa mulher e que ainda passarei por ele várias vezes na vida. Mas como ela, você, eu e todo o mundo, com o tempo aprendemos a lidar com isso e aceitamos. Já é um grande passo pra fechar esse capítulo e começar tudo de novo. E mesmo espalhando aos quatro ventos que se encontra fechada para balanço, lá vem a vida de novo e mostra que você tá errada. É coisa de gente teimosa mesmo, a gente cisma em dizer que não quer ver o amor nem pintado de ouro.
Mas como todo mundo, tocamos a vida. O que apenas nos diferencia de alguns, é que, certas pessoas andam com o sofrimento estampado no rosto e um broche pendurado na blusa com o aviso “afaste-se” e outros sabem esconder bem o que sentem. Escondendo ou não, vivemos na melancolia por um bom tempo, ouvimos músicas que fazem parte da sua história e seus amigos te ligam dizendo que você tem que deixar isso pra lá e te chamam pra sair. Você vai no dia, e começa a ir em todos os outros. E toda essa nossa mania de dizer que não vai passar – e às vezes parece mesmo que não, vai sumindo. O tempo vai passando, você vai pensando, rindo, chorando, e o mais importante, esquecendo. Tudo passa, e você sabe tão bem disso quanto sabe que pode acontecer de novo, e provavelmente vai. Você vai encerrar o capítulo dessa história. Você vai começar outra história.
E novamente vai ouvir de todos: eu te disse. Graças a Deus!
Quem tem um coração batendo no peito sabe o que é perder alguém. Sabe o que é ter uma história terminada antes do desejado, ou melhor, um término não desejado. Enquanto fui lendo o livro, fui me tocando que já estive no lugar dessa mulher e que ainda passarei por ele várias vezes na vida. Mas como ela, você, eu e todo o mundo, com o tempo aprendemos a lidar com isso e aceitamos. Já é um grande passo pra fechar esse capítulo e começar tudo de novo. E mesmo espalhando aos quatro ventos que se encontra fechada para balanço, lá vem a vida de novo e mostra que você tá errada. É coisa de gente teimosa mesmo, a gente cisma em dizer que não quer ver o amor nem pintado de ouro.
Mas como todo mundo, tocamos a vida. O que apenas nos diferencia de alguns, é que, certas pessoas andam com o sofrimento estampado no rosto e um broche pendurado na blusa com o aviso “afaste-se” e outros sabem esconder bem o que sentem. Escondendo ou não, vivemos na melancolia por um bom tempo, ouvimos músicas que fazem parte da sua história e seus amigos te ligam dizendo que você tem que deixar isso pra lá e te chamam pra sair. Você vai no dia, e começa a ir em todos os outros. E toda essa nossa mania de dizer que não vai passar – e às vezes parece mesmo que não, vai sumindo. O tempo vai passando, você vai pensando, rindo, chorando, e o mais importante, esquecendo. Tudo passa, e você sabe tão bem disso quanto sabe que pode acontecer de novo, e provavelmente vai. Você vai encerrar o capítulo dessa história. Você vai começar outra história.
E novamente vai ouvir de todos: eu te disse. Graças a Deus!
Quarta-feira, 6 de Julho de 2011
Sentimento para mim é documento
Uma das coisas que eu mais ouço é que eu não tenho sentimento. Amigos, conhecidos – esses falam brincando, mas mal sabem que essa é minha fama -, casos e até a minha própria mãe. E essas coisinhas preciosas não entendem que, assim como Antonio Armando, mais conhecido como Armandinho, sentimento pra mim é documento.
Não sair por aí demonstrando, não quer dizer que não sinta. Sentimento para mim é tão importante quanto documento até, que em caso de perda, é só tirar outra via. Mas, em caso de furto de sentimento, desconheço solução para tal. Sentimento tem que ser bem guardado assim como os documentos, e aquelas fotos que só se mostra para os mais apegados.
Assim como essas fotos, eu só mostro pra quem eu sei que vai dar muita risada comigo e que se duvidar, tem a mesma em um porta retrato na mesinha de cabeceira do lado da cama. E assim como meus documentos, guardo numa caixinha com um cadeado que, às vezes, até esqueço por onde a chave anda, mas sempre acho. Entendam, não sou indigente nem insensível. Sou prevenida.
Não sair por aí demonstrando, não quer dizer que não sinta. Sentimento para mim é tão importante quanto documento até, que em caso de perda, é só tirar outra via. Mas, em caso de furto de sentimento, desconheço solução para tal. Sentimento tem que ser bem guardado assim como os documentos, e aquelas fotos que só se mostra para os mais apegados.
Assim como essas fotos, eu só mostro pra quem eu sei que vai dar muita risada comigo e que se duvidar, tem a mesma em um porta retrato na mesinha de cabeceira do lado da cama. E assim como meus documentos, guardo numa caixinha com um cadeado que, às vezes, até esqueço por onde a chave anda, mas sempre acho. Entendam, não sou indigente nem insensível. Sou prevenida.
Segunda-feira, 4 de Julho de 2011
Interrompendo
A gente evita até onde pode interromper algo que na verdade, não ata nem desata. Empurra com a barriga, fala que vai esperar mais um ou dois meses. Quem sabe as coisas não mudam até lá? Afinal, a esperança é a última que morre.
E nessa de esperar a esperança morrer, a gente vai tentando. Tenta até não ter mais o que ser feito e chegar ao ponto que a coisa começa a cansar de fato e sua barriguinha começa a doer de tanto empurrar algo que não sai do lugar. E você pode ter certeza, não vai sair dessa com um tanquinho.
Sempre soubemos quando alguma coisa vai dar em algo ou não, o problema é assumir e botar na cabeça que realmente não dá, que provavelmente, só vai sair dessa desacompanhado. Interromper é como terminar algo antes do fim. E mesmo sem querer, na maioria das vezes, é necessário. Já que, infelizmente, as coisas não são como na televisão quando você vai dizer pra alguém que não dá mais e a pessoa te diz que não vai, que quer e vai ficar.
E nessa de esperar a esperança morrer, a gente vai tentando. Tenta até não ter mais o que ser feito e chegar ao ponto que a coisa começa a cansar de fato e sua barriguinha começa a doer de tanto empurrar algo que não sai do lugar. E você pode ter certeza, não vai sair dessa com um tanquinho.
Sempre soubemos quando alguma coisa vai dar em algo ou não, o problema é assumir e botar na cabeça que realmente não dá, que provavelmente, só vai sair dessa desacompanhado. Interromper é como terminar algo antes do fim. E mesmo sem querer, na maioria das vezes, é necessário. Já que, infelizmente, as coisas não são como na televisão quando você vai dizer pra alguém que não dá mais e a pessoa te diz que não vai, que quer e vai ficar.
Quarta-feira, 29 de Junho de 2011
O que é paixão?
E lá estava eu no Facebook, quando me aparece nas atualizações a seguinte frase: "Segundo a psicanálise, quando se apaixona você não se relaciona com alguém de carne e osso, mas com uma projeção criada por você mesmo" – Não concordei com a frase no instante que a li, e mesmo depois de “ouvir” o que a frase queria realmente dizer, continuei sem acreditar nisso. Mas afinal, o que faz a gente se apaixonar por alguém de fato?
Sempre pensei que você se apaixona por alguém pelo o que a pessoa é com você. Porém, já me apaixonei por pessoas completamente estúpidas comigo. Uma das pessoas que comentou na frase acima disse que você se apaixona por alguém e projeta na pessoa o que você quer ser. Mais fácil colar no espelho um bilhetinho de lembrete do que você quer da sua vida, olhar todo dia e se apaixonar por você mesmo, gasta menos tempo e evita qualquer sofrimento.
Foi quando eu me toquei que se apaixonar mesmo não tem razão nem motivo. Você se apaixona por algo inexplicável como um simples gesto de carinho, um sorriso, um olhar ou até mesmo um toque. Você pode odiar tudo em alguém e mesmo assim sentir algo que nunca sentiu antes por tal pessoa.
Enfim, não adianta procurar explicação pra paixão porque até no Google eu já procurei, e te garanto, são todas contraditórias. Se apaixonar é correr risco de se machucar, é inevitável. Mas mesmo assim, é muito gostoso.
Sempre pensei que você se apaixona por alguém pelo o que a pessoa é com você. Porém, já me apaixonei por pessoas completamente estúpidas comigo. Uma das pessoas que comentou na frase acima disse que você se apaixona por alguém e projeta na pessoa o que você quer ser. Mais fácil colar no espelho um bilhetinho de lembrete do que você quer da sua vida, olhar todo dia e se apaixonar por você mesmo, gasta menos tempo e evita qualquer sofrimento.
Foi quando eu me toquei que se apaixonar mesmo não tem razão nem motivo. Você se apaixona por algo inexplicável como um simples gesto de carinho, um sorriso, um olhar ou até mesmo um toque. Você pode odiar tudo em alguém e mesmo assim sentir algo que nunca sentiu antes por tal pessoa.
Enfim, não adianta procurar explicação pra paixão porque até no Google eu já procurei, e te garanto, são todas contraditórias. Se apaixonar é correr risco de se machucar, é inevitável. Mas mesmo assim, é muito gostoso.
Sexta-feira, 17 de Junho de 2011
Gosto, mas...
Todo mundo já ouviu – ou falou, uma vez na vida, se quer que gosta, mas que não é o momento de assumir um compromisso. Ou não ta preparado, ou acabou de ficar solteiro (a) e quer curtir um pouco, ou...
Eu assumo que já fiz isso duas vezes na vida, uma vez eu disse que gostava, mas não queria assumir compromisso por não estar preparada, mas querendo dizer que eu gostava demais e tava com medo de me machucar. A outra eu disse a mesma coisa, querendo dizer que até rolava uma certa consideração, mas assumir um compromisso com aquela pessoa, não rolava mesmo. E não era porque eu queria curtir e ficar na pegação, simplesmente não dava.
Mas com um tempo as idéias vão amadurecendo, e sua forma de pensar também, logo, percebe – na maioria das vezes, que as coisas não são bem assim. Tudo bem que às vezes o lance é realmente complicado e fica difícil de lidar. Mas, quem gosta mesmo, sempre dá um jeito. Desnecessário dizer algo que não sente de certo.
A meu ver, quando se gosta de alguém (de verdade) há vontade de estar junto. Não importando se acabou de ficar solteiro – quando a gente gosta de alguém, a cada pessoa que beijamos só uma vem à cabeça. Então, essa não cola muito. Outra que é típica: traumatizou com o último relacionamento. As pessoas não são iguais, ex é ex. Pretendemos ser futuras (os) namoradas (os) e não repetir os erros. Agora, quando o medo bate, o que não é algo tão incomum assim, a insegurança rola e se sentir de mãos atadas é normal. Mas, tomar cuidado para não tomar uma decisão errada é hiper necessário. Medo a gente enfrenta, afronta, e perde. E sabendo que tem (e permitir ter) alguém ao seu lado pra segurar a sua mão, tudo fica muito melhor.
Eu assumo que já fiz isso duas vezes na vida, uma vez eu disse que gostava, mas não queria assumir compromisso por não estar preparada, mas querendo dizer que eu gostava demais e tava com medo de me machucar. A outra eu disse a mesma coisa, querendo dizer que até rolava uma certa consideração, mas assumir um compromisso com aquela pessoa, não rolava mesmo. E não era porque eu queria curtir e ficar na pegação, simplesmente não dava.
Mas com um tempo as idéias vão amadurecendo, e sua forma de pensar também, logo, percebe – na maioria das vezes, que as coisas não são bem assim. Tudo bem que às vezes o lance é realmente complicado e fica difícil de lidar. Mas, quem gosta mesmo, sempre dá um jeito. Desnecessário dizer algo que não sente de certo.
A meu ver, quando se gosta de alguém (de verdade) há vontade de estar junto. Não importando se acabou de ficar solteiro – quando a gente gosta de alguém, a cada pessoa que beijamos só uma vem à cabeça. Então, essa não cola muito. Outra que é típica: traumatizou com o último relacionamento. As pessoas não são iguais, ex é ex. Pretendemos ser futuras (os) namoradas (os) e não repetir os erros. Agora, quando o medo bate, o que não é algo tão incomum assim, a insegurança rola e se sentir de mãos atadas é normal. Mas, tomar cuidado para não tomar uma decisão errada é hiper necessário. Medo a gente enfrenta, afronta, e perde. E sabendo que tem (e permitir ter) alguém ao seu lado pra segurar a sua mão, tudo fica muito melhor.
Quarta-feira, 8 de Junho de 2011
Tentar (não) custa
As pessoas vivem dizendo que tentar não custa e, seguindo esse pensamento, continuam insistindo numa coisa que no fundo elas sabem que não vai dar em nada. Aí elas dizem que a esperança é a última que morre. E, enquanto você espera a sua morrer, outras chances vão passando e você vai perdendo.
E eu assumo em todos os idiomas possíveis, em todas as formas de escrita: eu sou esse tipo de pessoa que tenta até a última gota de vergonha na cara. Será que é certo eu continuar insistindo em algo que, ao menos, parece não ter futuro? Mas também, será que é tão errado assim eu lutar pelo o que eu quero? Se você soube a resposta pra uma dessas perguntas, meu querido, a Manu aqui agradece. Porque até hoje não consegui encontrar uma resposta que sirva para ambas.
Vamos pensar pelo lado negativo: Enquanto você tenta, vai deixando passar outras oportunidades que poderiam ser muito bem aproveitadas. Você perde horas de sono triste por alguma tentativa que não deu muito certo. E nessa, sua vida tá rolando.
Agora, lado positivo: Você tenta, se machuca – arranhões, no mínimo, toma bastante tapa na cara. E no fim, você não sai tanto no prejuízo. Na regra, você aprende a não se envolver tanto, a lidar melhor com certas situações. Na exceção – ah! A exceção, sempre ela me motivando a continuar, você alcança o objetivo tão desejado.
No fim das contas: Tentar custa, mas você não vai sair tão no prejuízo assim. Alguma coisa você ganha, nem que seja umas porradas na cara pra aprender.
E eu assumo em todos os idiomas possíveis, em todas as formas de escrita: eu sou esse tipo de pessoa que tenta até a última gota de vergonha na cara. Será que é certo eu continuar insistindo em algo que, ao menos, parece não ter futuro? Mas também, será que é tão errado assim eu lutar pelo o que eu quero? Se você soube a resposta pra uma dessas perguntas, meu querido, a Manu aqui agradece. Porque até hoje não consegui encontrar uma resposta que sirva para ambas.
Vamos pensar pelo lado negativo: Enquanto você tenta, vai deixando passar outras oportunidades que poderiam ser muito bem aproveitadas. Você perde horas de sono triste por alguma tentativa que não deu muito certo. E nessa, sua vida tá rolando.
Agora, lado positivo: Você tenta, se machuca – arranhões, no mínimo, toma bastante tapa na cara. E no fim, você não sai tanto no prejuízo. Na regra, você aprende a não se envolver tanto, a lidar melhor com certas situações. Na exceção – ah! A exceção, sempre ela me motivando a continuar, você alcança o objetivo tão desejado.
No fim das contas: Tentar custa, mas você não vai sair tão no prejuízo assim. Alguma coisa você ganha, nem que seja umas porradas na cara pra aprender.
Subscrever:
Mensagens (Atom)