Espaço que eu uso pra expressar sentimentos, contar histórias, e tentar mostrar que nós somos, no fundo, todos iguais. Amamos, choramos, rimos. Se tem alguma coisa de real? Meu sentimento em cada palavra escrita.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Dom
Eu tenho o dom de conseguir dormir com música alta nos ouvidos. Dom de bagunçar arrumando. Tenho o dom de não conseguir pensar em nada, e um minuto depois, começar a pensar em tudo. Dom de perder celulares. De quebrar todos os copos em que toco. Tenho o dom de pensar em outra comida, logo depois de comer. De fazer o dinheiro voar na minha mão. Tenho o dom de estragar meu cabelo com tinturas, minha pele com tanta maquiagem. Tenho dom de perder óculos quando preciso ler, escova quando preciso escovar, controle na hora de desligar.. Pra ligar? Só botar os dedos em qualquer botão. Tenho o dom de perder as chaves, justo no dia em que saí escondido, e ninguém poderia me ver entrando. Não posso tocar a campanhia. Dom pra achar discografias com cds desconhecidos, porém, com as melhores músicas. Dom de calar até um flamenguista, defendendo o Botafogo. De gostar de todos os estilos musicais. Tenho o dom de achar que botei algo em um lugar, e estar em outro. De achar que falei alguma coisa, e não falei. Tenho o dom de me iludir. Tenho o dom de paralisar ao te encontrar. O dom de ao te perder, me encontrar. O dom de me perder, quando preciso me usar.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Levando a sério
Nunca levei muita coisa a sério, pudera, sou nova, me permitiam isso. Mas, lendo o Blog da Tchutchu, achei um texto que falava sobre esse assunto, toda essa história de levar tudo a sério demais, ou não levar. E eu percebi, que se eu não levo nada a sério, ta na hora de começar.
Confesso, não li o texto todo – ainda. Porque na primeira frase, eu comecei a pensar sobre isso. Porque eu sou o exemplo vivo, de perder algo por não levar a sério, quando começava a levar, já era meio tarde.
Escola pra mim era curtição, confesso. Nos últimos dois anos, não levei a sério mesmo. Amizade, talvez a única coisa que eu realmente leve a sério, e mesmo assim, só algumas. Pouquíssimas, diga-se de passagem. Relacionamento então, nem se fala.
Sempre falei que meu modo de ver sobre relacionamentos era diferente, mas não que eu não levasse a sério. Eu só não consigo aceitar certas coisas, e mesmo eu mudando, difícil mudar meu modo de ver. Mas, levar a sério mesmo, nunca levei nenhum.
Me levar a sério, mais ou menos. Eu não me levaria se fosse outra pessoa, ta na hora de mudar, ta na hora de assumir as responsabilidades.
Nossa, parece meio cedo pra me ouvir dizendo isso, mas é como minha mãe diz: “nunca é cedo ou tarde, pra criar responsabilidades”. Ta na hora de criar, Manoela.
Então, eu me toquei, que ninguém me leva a sério. Quando eu falo que vou me dedicar, que eu vou conseguir algo, todo mundo brinca. Até agora eu me permiti não levar nada a sério, e não me levarem. Mas, amanhã, fatalmente, isso não acontecerá mais. Em 2011, escola pra mim vai ser uma puta responsabilidade. Podendo mudar começando amanhã? Acordarei me levando a sério, mostrando a todos que eu sei brincar, mas que também sei falar sério. Assumirei as responsabilidades, e quando tiver oportunidade, levarei a sério um (possível) relacionamento. As amizades? Essas podem continuar como estão. Amanhã? Me permito acordar uma nova Manoela.
Confesso, não li o texto todo – ainda. Porque na primeira frase, eu comecei a pensar sobre isso. Porque eu sou o exemplo vivo, de perder algo por não levar a sério, quando começava a levar, já era meio tarde.
Escola pra mim era curtição, confesso. Nos últimos dois anos, não levei a sério mesmo. Amizade, talvez a única coisa que eu realmente leve a sério, e mesmo assim, só algumas. Pouquíssimas, diga-se de passagem. Relacionamento então, nem se fala.
Sempre falei que meu modo de ver sobre relacionamentos era diferente, mas não que eu não levasse a sério. Eu só não consigo aceitar certas coisas, e mesmo eu mudando, difícil mudar meu modo de ver. Mas, levar a sério mesmo, nunca levei nenhum.
Me levar a sério, mais ou menos. Eu não me levaria se fosse outra pessoa, ta na hora de mudar, ta na hora de assumir as responsabilidades.
Nossa, parece meio cedo pra me ouvir dizendo isso, mas é como minha mãe diz: “nunca é cedo ou tarde, pra criar responsabilidades”. Ta na hora de criar, Manoela.
Então, eu me toquei, que ninguém me leva a sério. Quando eu falo que vou me dedicar, que eu vou conseguir algo, todo mundo brinca. Até agora eu me permiti não levar nada a sério, e não me levarem. Mas, amanhã, fatalmente, isso não acontecerá mais. Em 2011, escola pra mim vai ser uma puta responsabilidade. Podendo mudar começando amanhã? Acordarei me levando a sério, mostrando a todos que eu sei brincar, mas que também sei falar sério. Assumirei as responsabilidades, e quando tiver oportunidade, levarei a sério um (possível) relacionamento. As amizades? Essas podem continuar como estão. Amanhã? Me permito acordar uma nova Manoela.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
A mais indecisa de todas
Sempre tem uma amiga que não sabe com qual roupa ir em tal lugar, outra que não sabe se corta o cabelo ou não. Eu, tenho uma que nunca sabe se está com a pessoa certa. É incrível, ela sempre está com alguém, mas no fundo, não sabe se deveria estar com outro.
Eu, que no fundo, me acabo de rir com as indecisões dela, comecei a me assustar. E se acontecer o mesmo comigo? Se um dia eu me relacionar com alguém, e aparecer uma pessoa que me faça ficar com dúvidas?
E se O cara, for o que está sentado ao meu lado em algum lugar, e eu estiver de olho no garanhão da frente? Pode acontecer.
Foi quando eu percebi, que eu, a solteirona, era de todas as minhas amigas indecisas, a pior. Sempre duvidando de tudo, sempre solteira, justamente pelo medo de não enxergar o certo, por estar olhando pro errado. Mas, e se o errado, for o certo? Tá vendo.
Pensando por outro lado, pelo fato de ser sempre indecisa, o cara de trás, pode ser O cara. O que vai ser meu amigo, O meu certo, O que vai me deixar com dúvidas, mas de outros tipos. O cara, minha querida, vai aparecer na hora que tiver que aparecer. Enquanto isso, melhor eu ficar sozinha, comigo mesma. Com A mulher DAQUELE cara!
Eu, que no fundo, me acabo de rir com as indecisões dela, comecei a me assustar. E se acontecer o mesmo comigo? Se um dia eu me relacionar com alguém, e aparecer uma pessoa que me faça ficar com dúvidas?
E se O cara, for o que está sentado ao meu lado em algum lugar, e eu estiver de olho no garanhão da frente? Pode acontecer.
Foi quando eu percebi, que eu, a solteirona, era de todas as minhas amigas indecisas, a pior. Sempre duvidando de tudo, sempre solteira, justamente pelo medo de não enxergar o certo, por estar olhando pro errado. Mas, e se o errado, for o certo? Tá vendo.
Pensando por outro lado, pelo fato de ser sempre indecisa, o cara de trás, pode ser O cara. O que vai ser meu amigo, O meu certo, O que vai me deixar com dúvidas, mas de outros tipos. O cara, minha querida, vai aparecer na hora que tiver que aparecer. Enquanto isso, melhor eu ficar sozinha, comigo mesma. Com A mulher DAQUELE cara!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
A tal da saia alta.
Que as roupas de cintura alta voltaram com tudo, é óbvio. Mas, o que eu mais tenho visto é a saia. De estilo "me chupa" até as mais larguinhas, bem menininhas.
Era um sábado, quando todos decidimos sair. Botei uma calça, uma blusa normal e abusei nos acessórios. Nunca gostei de sair igual aos outros, até porque, a mais ou menos 1 mês atrás, era praticamente uniforme blusa neon com saia alta preta. Não, obrigada. Cheguei no local, e me deparei com 89% das meninas com saia alta. Tudo bem, é bonito. Mas, o problema é que elas estão achando que é pra pegar a saia antiga do armário, e botar na cintura, deixando assim, toda a bunda de fora. Tem coisa mais ridícula que isso?
Foi naquele momento, que eu me perguntei: "Será que usar alguma roupa que esconda a minha bunda, tá fora de moda?" Não. A verdade é que seja menor de idade querendo seduzir o segurança, ou até mesmo as de maior idade, elas querem aparecer.
Lembrando, que nada contra a quem usa a saia alta, eu até tenho duas no meu armário. O problema, é como usam.
Graças a Deus, eu nunca gostei de roupa que mostre muito. Tá, confesso que teve uma época que eu só queria blusa decotada. E ainda bem, essa época passou. Só que, as meninas estão extravasando, mostrando cada vez mais. Daí, se um cara passa e mexe, se acham no direito de ficarem irritadas. Pudera, seios de fora e, metade da bunda aparecendo, eu só via na Av. Atlântica.
E cada vez que uma pessoa passa assim perto de mim, me dá vontade de perguntar se a pessoa tem parentes, amigos, ou então, pudor. E se vierem me falar que é porque os homens acham bonito, eu vou virar pra elas e vou falar: "De que adianta achar bonito, e não respeitar?" Né?!
Era um sábado, quando todos decidimos sair. Botei uma calça, uma blusa normal e abusei nos acessórios. Nunca gostei de sair igual aos outros, até porque, a mais ou menos 1 mês atrás, era praticamente uniforme blusa neon com saia alta preta. Não, obrigada. Cheguei no local, e me deparei com 89% das meninas com saia alta. Tudo bem, é bonito. Mas, o problema é que elas estão achando que é pra pegar a saia antiga do armário, e botar na cintura, deixando assim, toda a bunda de fora. Tem coisa mais ridícula que isso?
Foi naquele momento, que eu me perguntei: "Será que usar alguma roupa que esconda a minha bunda, tá fora de moda?" Não. A verdade é que seja menor de idade querendo seduzir o segurança, ou até mesmo as de maior idade, elas querem aparecer.
Lembrando, que nada contra a quem usa a saia alta, eu até tenho duas no meu armário. O problema, é como usam.
Graças a Deus, eu nunca gostei de roupa que mostre muito. Tá, confesso que teve uma época que eu só queria blusa decotada. E ainda bem, essa época passou. Só que, as meninas estão extravasando, mostrando cada vez mais. Daí, se um cara passa e mexe, se acham no direito de ficarem irritadas. Pudera, seios de fora e, metade da bunda aparecendo, eu só via na Av. Atlântica.
E cada vez que uma pessoa passa assim perto de mim, me dá vontade de perguntar se a pessoa tem parentes, amigos, ou então, pudor. E se vierem me falar que é porque os homens acham bonito, eu vou virar pra elas e vou falar: "De que adianta achar bonito, e não respeitar?" Né?!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Solteira: Opção ou consequência?
É quando me perguntam "E aí, tá solteira?", e eu respondo com um sorriso no rosto - meio forçado, meio alegre - "sim". E enquanto escrevia essa parte do blog, contava pra uma amiga que ia escrever sobre esse assunto, e ela me fala: "ninguém melhor que você". É, ou estou com fama de encalhada, ou de solteira convicta. Um dos dois, é!
E voltando, o que as pessoas normalmente falam, é: "Ah! Mas você tá porque quer.. Dúvido que não tenha pelo menos um. Ou então, você é muito seletiva."
Meu querido, vou te contar... Você está certo! Tanto com um, quanto com outro. Tem aquele 'pelo menos um', mas pelo fato de ser seletiva, estou solteira.. E porque quero! - ou não.
E, então eu pensei: "O que eu quero de alguém?". E logo me veio à cabeça, tem que ter bom humor. Convenhamos, nada pior do que aquela pessoa rabugenta. Que quer brigar por causa de tudo, que vive com cara fechada. Ah não, dispenso. Quero alguém que ria dos próprios erros de português, que caia na gargalhada depois de dar uma mancada - claro, não das feias -, mas alguém que também saiba a hora de falar sério. Afinal, uma coisa é ter bom humor, outra é parecer uma criança de 10 anos que só ri.
Então, quero alguém que tenha bom senso. Saiba a hora certa de tudo, de falar sério, de rir, de brincar e de brigar! É claro né, nem tudo são flores.. Até porque, quem ama, briga. Mas não quero ninguém monótono, que tenha uma rotina e não sai dela. Deus me livre, tédio na certa.
Pensei, quero alguém espontâneo: Que me pegue de surpresa enquanto eu ando na rua, ou então me mande um torpedo de madrugada fingindo estar chateado comigo por algo.. E logo depois, me mande outro falando que está brincando. Alguém que me beije na hora que passa outra mulher bem bonita. Mas, espontaneidade demais não dá! Imagina você no meio de um sono ótimo, depois de dias sem dormir, e seu namorado ou namorada te ligar, pra falar que está com outra mulher - ou homem - pra te enganar?! Ninguém merece.
É, melhor eu querer apenas alguém que ame: Simples e prático. Uma pessoa que ama, sabe exatamente a hora de fazer as coisas, mas sendo espontâneo e tendo bom humor. Briga comigo por alguma coisa que eu tenha feito de errado - pelo modo de vista dele, ou de todos. Que cuide de mim.
É, eu tô solteira por opção, ou por ser seletiva. Talvez, até por sempre estar na dúvida. Mas na hora que tiver que aparecer, vai. Então, enquanto isso: Sempre que me perguntarem se eu estou solteira, ou então, falarem que eu, melhor do que ninguém posso falar de solteirisse, vou responder com o mesmo sorriso - meio alegre, meio forçado - "sim, mas tô feliz".
E voltando, o que as pessoas normalmente falam, é: "Ah! Mas você tá porque quer.. Dúvido que não tenha pelo menos um. Ou então, você é muito seletiva."
Meu querido, vou te contar... Você está certo! Tanto com um, quanto com outro. Tem aquele 'pelo menos um', mas pelo fato de ser seletiva, estou solteira.. E porque quero! - ou não.
E, então eu pensei: "O que eu quero de alguém?". E logo me veio à cabeça, tem que ter bom humor. Convenhamos, nada pior do que aquela pessoa rabugenta. Que quer brigar por causa de tudo, que vive com cara fechada. Ah não, dispenso. Quero alguém que ria dos próprios erros de português, que caia na gargalhada depois de dar uma mancada - claro, não das feias -, mas alguém que também saiba a hora de falar sério. Afinal, uma coisa é ter bom humor, outra é parecer uma criança de 10 anos que só ri.
Então, quero alguém que tenha bom senso. Saiba a hora certa de tudo, de falar sério, de rir, de brincar e de brigar! É claro né, nem tudo são flores.. Até porque, quem ama, briga. Mas não quero ninguém monótono, que tenha uma rotina e não sai dela. Deus me livre, tédio na certa.
Pensei, quero alguém espontâneo: Que me pegue de surpresa enquanto eu ando na rua, ou então me mande um torpedo de madrugada fingindo estar chateado comigo por algo.. E logo depois, me mande outro falando que está brincando. Alguém que me beije na hora que passa outra mulher bem bonita. Mas, espontaneidade demais não dá! Imagina você no meio de um sono ótimo, depois de dias sem dormir, e seu namorado ou namorada te ligar, pra falar que está com outra mulher - ou homem - pra te enganar?! Ninguém merece.
É, melhor eu querer apenas alguém que ame: Simples e prático. Uma pessoa que ama, sabe exatamente a hora de fazer as coisas, mas sendo espontâneo e tendo bom humor. Briga comigo por alguma coisa que eu tenha feito de errado - pelo modo de vista dele, ou de todos. Que cuide de mim.
É, eu tô solteira por opção, ou por ser seletiva. Talvez, até por sempre estar na dúvida. Mas na hora que tiver que aparecer, vai. Então, enquanto isso: Sempre que me perguntarem se eu estou solteira, ou então, falarem que eu, melhor do que ninguém posso falar de solteirisse, vou responder com o mesmo sorriso - meio alegre, meio forçado - "sim, mas tô feliz".
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Mulheres, o sexo (frágil?!)
Semana passada, eu comprei um dos livros da Martha Medeiros. O Doidas e Santas. Que são cem crônicas dela reunidas, super gostoso de ler, indico. E, essas crônicas falam de barriga, política, copa do mundo, e o mais importante... de nós, mulheres. Mulheres mães, filhas, netas, românticas, fechadas, enfim.
E, enquanto eu assistia um filme (O Curioso Caso de Benjamin Button), meu primo me falou que não sabe como mulher aguenta a dor de um parto, e que ele, com certeza, desmaiaria ao ver um. Ok. Depois disso, passei quase uma noite inteira me revirando na cama de cólica. Sim, cólica. E das fortes. Depois de quase uma semana de TPM, veio a bendita.
E depois querem me dizer, que nós somos o sexo frágil?! Ham? Se você, homem, depois de ler esse post me numerar três, de todas as coisas que nós, mulheres, fazemos.. Aí sim, pode se considerar forte!
Se vocês consideram amar, chorar quando um amor não deu certo na frente dos outros - ou até então, escondida no banheiro -, ser carinhosa, querer comprar um sapato novo, afinal, aquele seu já está meio velho, chorar de dor (cólicas, como eu disse), aguentar um parto, e outras coisitchas mais... Sinto lhes informar, vocês estão errados.
Amar não é sinal de fraqueza, chorar então... Muito menos! Todo mundo já ouviu o papo de que homem não chora, certo?! Não chora, porque não tem coragem de demonstrar pros outros que têm sentimentos. Logo, é fraco! Já ouviu dizer também, que homem muito carinhoso, é gay. Então, todos os homens são brutos, porque não têm coragem também, de ser sensível. Logo, é fraco! Se fosse possível, eu dúvido um homem aceitar ter um dia como mulher. Aguentar as cólicas, as situações do dia a dia, e ainda por cima, parir. Duvido!
Querer um sapato, ou uma roupa nova então, nem pensar! Você é bom demais para precisar se mostrar nas roupas, certo?! Fracote. Isso mesmo, fracote. Homem que não se cuida, se acha macho demais para ir no shopping comprar uma roupa, seria o mesmo que assinar atestado de metrosexual (deixando claro, que eu não tenho nada contra a quem é).
Mulher é forte, por dentro ou por fora. Mulher não tem vergonha de usar azul, porque dizem que é cor de homem. Mulher não tem medo de expôr seus sentimentos, ela é boa demais para temer o que vão dizer. Mulher se cuida. Mulher aguenta tpm, e consequências daqueles dias. Mulher põe mais uma vida no mundo. Mulher ama, e sofre por amor. Mulher aguenta a dor de qualquer perda, ou machucado. A única coisa que nós, mulheres, certamente, temos medo é: BARATA! E só.
Depois querem dizer que nós somos o sexo frágil. Não mesmo.
E, enquanto eu assistia um filme (O Curioso Caso de Benjamin Button), meu primo me falou que não sabe como mulher aguenta a dor de um parto, e que ele, com certeza, desmaiaria ao ver um. Ok. Depois disso, passei quase uma noite inteira me revirando na cama de cólica. Sim, cólica. E das fortes. Depois de quase uma semana de TPM, veio a bendita.
E depois querem me dizer, que nós somos o sexo frágil?! Ham? Se você, homem, depois de ler esse post me numerar três, de todas as coisas que nós, mulheres, fazemos.. Aí sim, pode se considerar forte!
Se vocês consideram amar, chorar quando um amor não deu certo na frente dos outros - ou até então, escondida no banheiro -, ser carinhosa, querer comprar um sapato novo, afinal, aquele seu já está meio velho, chorar de dor (cólicas, como eu disse), aguentar um parto, e outras coisitchas mais... Sinto lhes informar, vocês estão errados.
Amar não é sinal de fraqueza, chorar então... Muito menos! Todo mundo já ouviu o papo de que homem não chora, certo?! Não chora, porque não tem coragem de demonstrar pros outros que têm sentimentos. Logo, é fraco! Já ouviu dizer também, que homem muito carinhoso, é gay. Então, todos os homens são brutos, porque não têm coragem também, de ser sensível. Logo, é fraco! Se fosse possível, eu dúvido um homem aceitar ter um dia como mulher. Aguentar as cólicas, as situações do dia a dia, e ainda por cima, parir. Duvido!
Querer um sapato, ou uma roupa nova então, nem pensar! Você é bom demais para precisar se mostrar nas roupas, certo?! Fracote. Isso mesmo, fracote. Homem que não se cuida, se acha macho demais para ir no shopping comprar uma roupa, seria o mesmo que assinar atestado de metrosexual (deixando claro, que eu não tenho nada contra a quem é).
Mulher é forte, por dentro ou por fora. Mulher não tem vergonha de usar azul, porque dizem que é cor de homem. Mulher não tem medo de expôr seus sentimentos, ela é boa demais para temer o que vão dizer. Mulher se cuida. Mulher aguenta tpm, e consequências daqueles dias. Mulher põe mais uma vida no mundo. Mulher ama, e sofre por amor. Mulher aguenta a dor de qualquer perda, ou machucado. A única coisa que nós, mulheres, certamente, temos medo é: BARATA! E só.
Depois querem dizer que nós somos o sexo frágil. Não mesmo.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Ontem: Tudo. Hoje: Nada.
Nossa! Como é estranho você olhar uma fotografia antiga, com amigo, namorado, seja quem for, e lembrar de como vocês eram grudados. Hoje em dia? Um singelo sorriso quando se cruzam na rua e pronto! Dói, dói e dá saudade.
Ainda mais quando a pessoa em questão, é - era - importante mesmo (se é que vocês me entendem). Ontem, ele(a) te ligava só pra dar um sinal de vida. Um dia sem falar, era impraticável. Se não tinha assunto, uma mensagem com um apenas 'bom dia' ou então 'saudades'. Hoje? Nem o sorriso singelo que eu mencionei ali em cima rola! No máximo, uma troca de olhares, e caminhos completamente opostos.
Dói, dói e é estranho! Cruzar com alguém tão importante pra você, e nem dois beijinhos e tchau poder dar. Se fosse a um tempo atrás? Nossa! Ia ser só alegria cruzar com ele.. Iam ser abraços, sorrisos, e beijos - não digo nem beijo na boca, mas rolariam beijos.. Seja na bochecha, na boca.
Mal sabia eu, que aquela saudade que eu julgava sentir nos torpedos, no msn (...) era pinto, perto da saudade que eu sinto hoje em dia. Porque, além de sentir saudades da pessoa, eu sinto saudades das atitudes.. Dos torpedos, dos recadinhos, e até das ligações de madrugada em pleno sábado, que me acordavam e me deixavam de mau humor.
E ainda machuca sim! A cada dia menos, mais machuca. Seria hipocrisia minha falar que ainda não penso, que ainda não lembro quando ouço certa música ou até num simples jogo de futebol. Mas, é bom saber que hoje em dia eu penso muito menos, lembro muito menos, do que antes.
E como diria a música do Sorriso Maroto: "Se pra você ontem fui tudo, hoje sou nada. Se pra você sou passatempo, ou madrugada. Pra mim não é." E não é mesmo! Nunca foi. Tá, talvez até tenha sido, mas por pouco tempo.
Hoje, penso que nunca mais vamos nos falar novamente.. Não sei o que ele pensa, e nem ele sabe o que eu penso (ou talvez até saiba). Não sei se, se importa comigo ou não. Mas eu me importo, e não me incomodo em dizer. Mas, amanhã, nunca se sabe!
Então, seguirei os caminhos do Charlie Brown, e seguirei com o pensamento: "Mas pra quem tem pensamento forte, o impossível é só questão de opinião."
E que seja o que Deus quiser!
Ainda mais quando a pessoa em questão, é - era - importante mesmo (se é que vocês me entendem). Ontem, ele(a) te ligava só pra dar um sinal de vida. Um dia sem falar, era impraticável. Se não tinha assunto, uma mensagem com um apenas 'bom dia' ou então 'saudades'. Hoje? Nem o sorriso singelo que eu mencionei ali em cima rola! No máximo, uma troca de olhares, e caminhos completamente opostos.
Dói, dói e é estranho! Cruzar com alguém tão importante pra você, e nem dois beijinhos e tchau poder dar. Se fosse a um tempo atrás? Nossa! Ia ser só alegria cruzar com ele.. Iam ser abraços, sorrisos, e beijos - não digo nem beijo na boca, mas rolariam beijos.. Seja na bochecha, na boca.
Mal sabia eu, que aquela saudade que eu julgava sentir nos torpedos, no msn (...) era pinto, perto da saudade que eu sinto hoje em dia. Porque, além de sentir saudades da pessoa, eu sinto saudades das atitudes.. Dos torpedos, dos recadinhos, e até das ligações de madrugada em pleno sábado, que me acordavam e me deixavam de mau humor.
E ainda machuca sim! A cada dia menos, mais machuca. Seria hipocrisia minha falar que ainda não penso, que ainda não lembro quando ouço certa música ou até num simples jogo de futebol. Mas, é bom saber que hoje em dia eu penso muito menos, lembro muito menos, do que antes.
E como diria a música do Sorriso Maroto: "Se pra você ontem fui tudo, hoje sou nada. Se pra você sou passatempo, ou madrugada. Pra mim não é." E não é mesmo! Nunca foi. Tá, talvez até tenha sido, mas por pouco tempo.
Hoje, penso que nunca mais vamos nos falar novamente.. Não sei o que ele pensa, e nem ele sabe o que eu penso (ou talvez até saiba). Não sei se, se importa comigo ou não. Mas eu me importo, e não me incomodo em dizer. Mas, amanhã, nunca se sabe!
Então, seguirei os caminhos do Charlie Brown, e seguirei com o pensamento: "Mas pra quem tem pensamento forte, o impossível é só questão de opinião."
E que seja o que Deus quiser!
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