Ontem uma amiga veio aqui em casa, e estávamos conversando sobre várias coisas, quando ela me solta “Feedback”. Eu, nunca me dei lá muito bem com a tecnologia, perguntei o que significava. Resposta, é isso que significa.
Foi quando eu quase peguei o meu celular e mandei uma mensagem dizendo o seguinte: ei, me dá um feedback. Mas Deus me dá juízo algumas vezes, e me deixa pensar antes de agir. Mudei de idéia. Mas fiquei com essa história de feedback na cabeça.
Nada pior do que você não ter resposta de nada. Se sim, se não. Se vai, se fica. Por Deus! Será tão difícil uma pessoa saber o que quer? Como uma pessoa pode ser tão indecisa? Eu sei que é complicado você escolher o curso que você quer na faculdade, se você quer uma barra de chocolate branco ou preto. Mas têm coisas que não tem como ficar na dúvida. Eu posso até estar sendo radical, mas comigo é assim: Ou vai, ou racha.
Pra mim, quem tá na chuva É PRA SE MOLHAR. Odeio isso de “ele(a) vai perceber pelos sinais”. Filhão, se você tá contando com isso, pode tirando seu cavalinho da chuva. Homem, até entende as vezes. Já mulher, é péssima pra entender sinais. Sempre entende o contrário. Então, diz logo se sim, ou se não. Se pode acontecer, ou se vai acontecer. Só não diz que não sabe, que tá pensando. Pensar demora, e custa. Um preço bem caro, de vez enquando.
Dá logo um feedback.
Espaço que eu uso pra expressar sentimentos, contar histórias, e tentar mostrar que nós somos, no fundo, todos iguais. Amamos, choramos, rimos. Se tem alguma coisa de real? Meu sentimento em cada palavra escrita.
sábado, 12 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Texto para uma(s) amiga(s).
Hoje eu tive uma noite daquelas – calma, meu povo, não se preocupem, não é post sobre o que acontece no meu cotidiano -, combinei com uns amigos de sairmos, e em pleno carnaval, todos furam comigo e com mais uma amiga. Mas peraí, é carnaval, temos que curtir. Ok, vamos as duas então.
Deu tudo errado! Nós chegamos num lugar onde estava tudo ruim, resolvemos ir andando até um barzinho, onde parecia ser logo ali, e era longe pra cacete. Andamos a Av. Atlântica de noite, em pleno carnaval, sozinhas. Eu fui reclamando o caminho inteiro, ela também. Nessa altura do campeonato, meu bem, você não quer mais saber de farra. Depois de andar muito, de ser parada por um cara e ele não deixar você sair do lugar, torcer seu pé, você não pensa em mais nada a não ser um lugar calmo para sentar, conversar e comer. Ok, vamos para um restaurante. Japonês, ótimo.
Chegando lá, comemos, conversamos, e rimos um pouco. Claro, reclamamos também. Afinal, é pedir muito uma noite de diversão no carnaval?
Quando chegamos em casa, agradecemos muito por temos sobrevivido a aventura em que passamos. Mal humoradas, só queríamos dormir. Foi quando na hora de arrumar as coisas, nós começamos a lembrar, e a rir. Isso, nós rimos. Lembramos de todas as coisas ruins em que passamos, e estávamos lá, juntas. Como sempre.
Foi quando eu comecei a pensar em como eu preciso dela, e de todas as minhas amigas. Que essa noite que eu tive hoje, foi ótima. Que não importa o quão o lugar esteja ruim, estando na companhia de quem te faz rir, te faz bem, e de quem está sempre com você, em qualquer situação. Todas elas estão comigo - como uma delas esteve hoje. Ops, sempre!
Deu tudo errado! Nós chegamos num lugar onde estava tudo ruim, resolvemos ir andando até um barzinho, onde parecia ser logo ali, e era longe pra cacete. Andamos a Av. Atlântica de noite, em pleno carnaval, sozinhas. Eu fui reclamando o caminho inteiro, ela também. Nessa altura do campeonato, meu bem, você não quer mais saber de farra. Depois de andar muito, de ser parada por um cara e ele não deixar você sair do lugar, torcer seu pé, você não pensa em mais nada a não ser um lugar calmo para sentar, conversar e comer. Ok, vamos para um restaurante. Japonês, ótimo.
Chegando lá, comemos, conversamos, e rimos um pouco. Claro, reclamamos também. Afinal, é pedir muito uma noite de diversão no carnaval?
Quando chegamos em casa, agradecemos muito por temos sobrevivido a aventura em que passamos. Mal humoradas, só queríamos dormir. Foi quando na hora de arrumar as coisas, nós começamos a lembrar, e a rir. Isso, nós rimos. Lembramos de todas as coisas ruins em que passamos, e estávamos lá, juntas. Como sempre.
Foi quando eu comecei a pensar em como eu preciso dela, e de todas as minhas amigas. Que essa noite que eu tive hoje, foi ótima. Que não importa o quão o lugar esteja ruim, estando na companhia de quem te faz rir, te faz bem, e de quem está sempre com você, em qualquer situação. Todas elas estão comigo - como uma delas esteve hoje. Ops, sempre!
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amizade,
momentos bons,
momentos ruins
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Dom
Eu tenho o dom de conseguir dormir com música alta nos ouvidos. Dom de bagunçar arrumando. Tenho o dom de não conseguir pensar em nada, e um minuto depois, começar a pensar em tudo. Dom de perder celulares. De quebrar todos os copos em que toco. Tenho o dom de pensar em outra comida, logo depois de comer. De fazer o dinheiro voar na minha mão. Tenho o dom de estragar meu cabelo com tinturas, minha pele com tanta maquiagem. Tenho dom de perder óculos quando preciso ler, escova quando preciso escovar, controle na hora de desligar.. Pra ligar? Só botar os dedos em qualquer botão. Tenho o dom de perder as chaves, justo no dia em que saí escondido, e ninguém poderia me ver entrando. Não posso tocar a campanhia. Dom pra achar discografias com cds desconhecidos, porém, com as melhores músicas. Dom de calar até um flamenguista, defendendo o Botafogo. De gostar de todos os estilos musicais. Tenho o dom de achar que botei algo em um lugar, e estar em outro. De achar que falei alguma coisa, e não falei. Tenho o dom de me iludir. Tenho o dom de paralisar ao te encontrar. O dom de ao te perder, me encontrar. O dom de me perder, quando preciso me usar.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Levando a sério
Nunca levei muita coisa a sério, pudera, sou nova, me permitiam isso. Mas, lendo o Blog da Tchutchu, achei um texto que falava sobre esse assunto, toda essa história de levar tudo a sério demais, ou não levar. E eu percebi, que se eu não levo nada a sério, ta na hora de começar.
Confesso, não li o texto todo – ainda. Porque na primeira frase, eu comecei a pensar sobre isso. Porque eu sou o exemplo vivo, de perder algo por não levar a sério, quando começava a levar, já era meio tarde.
Escola pra mim era curtição, confesso. Nos últimos dois anos, não levei a sério mesmo. Amizade, talvez a única coisa que eu realmente leve a sério, e mesmo assim, só algumas. Pouquíssimas, diga-se de passagem. Relacionamento então, nem se fala.
Sempre falei que meu modo de ver sobre relacionamentos era diferente, mas não que eu não levasse a sério. Eu só não consigo aceitar certas coisas, e mesmo eu mudando, difícil mudar meu modo de ver. Mas, levar a sério mesmo, nunca levei nenhum.
Me levar a sério, mais ou menos. Eu não me levaria se fosse outra pessoa, ta na hora de mudar, ta na hora de assumir as responsabilidades.
Nossa, parece meio cedo pra me ouvir dizendo isso, mas é como minha mãe diz: “nunca é cedo ou tarde, pra criar responsabilidades”. Ta na hora de criar, Manoela.
Então, eu me toquei, que ninguém me leva a sério. Quando eu falo que vou me dedicar, que eu vou conseguir algo, todo mundo brinca. Até agora eu me permiti não levar nada a sério, e não me levarem. Mas, amanhã, fatalmente, isso não acontecerá mais. Em 2011, escola pra mim vai ser uma puta responsabilidade. Podendo mudar começando amanhã? Acordarei me levando a sério, mostrando a todos que eu sei brincar, mas que também sei falar sério. Assumirei as responsabilidades, e quando tiver oportunidade, levarei a sério um (possível) relacionamento. As amizades? Essas podem continuar como estão. Amanhã? Me permito acordar uma nova Manoela.
Confesso, não li o texto todo – ainda. Porque na primeira frase, eu comecei a pensar sobre isso. Porque eu sou o exemplo vivo, de perder algo por não levar a sério, quando começava a levar, já era meio tarde.
Escola pra mim era curtição, confesso. Nos últimos dois anos, não levei a sério mesmo. Amizade, talvez a única coisa que eu realmente leve a sério, e mesmo assim, só algumas. Pouquíssimas, diga-se de passagem. Relacionamento então, nem se fala.
Sempre falei que meu modo de ver sobre relacionamentos era diferente, mas não que eu não levasse a sério. Eu só não consigo aceitar certas coisas, e mesmo eu mudando, difícil mudar meu modo de ver. Mas, levar a sério mesmo, nunca levei nenhum.
Me levar a sério, mais ou menos. Eu não me levaria se fosse outra pessoa, ta na hora de mudar, ta na hora de assumir as responsabilidades.
Nossa, parece meio cedo pra me ouvir dizendo isso, mas é como minha mãe diz: “nunca é cedo ou tarde, pra criar responsabilidades”. Ta na hora de criar, Manoela.
Então, eu me toquei, que ninguém me leva a sério. Quando eu falo que vou me dedicar, que eu vou conseguir algo, todo mundo brinca. Até agora eu me permiti não levar nada a sério, e não me levarem. Mas, amanhã, fatalmente, isso não acontecerá mais. Em 2011, escola pra mim vai ser uma puta responsabilidade. Podendo mudar começando amanhã? Acordarei me levando a sério, mostrando a todos que eu sei brincar, mas que também sei falar sério. Assumirei as responsabilidades, e quando tiver oportunidade, levarei a sério um (possível) relacionamento. As amizades? Essas podem continuar como estão. Amanhã? Me permito acordar uma nova Manoela.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
A mais indecisa de todas
Sempre tem uma amiga que não sabe com qual roupa ir em tal lugar, outra que não sabe se corta o cabelo ou não. Eu, tenho uma que nunca sabe se está com a pessoa certa. É incrível, ela sempre está com alguém, mas no fundo, não sabe se deveria estar com outro.
Eu, que no fundo, me acabo de rir com as indecisões dela, comecei a me assustar. E se acontecer o mesmo comigo? Se um dia eu me relacionar com alguém, e aparecer uma pessoa que me faça ficar com dúvidas?
E se O cara, for o que está sentado ao meu lado em algum lugar, e eu estiver de olho no garanhão da frente? Pode acontecer.
Foi quando eu percebi, que eu, a solteirona, era de todas as minhas amigas indecisas, a pior. Sempre duvidando de tudo, sempre solteira, justamente pelo medo de não enxergar o certo, por estar olhando pro errado. Mas, e se o errado, for o certo? Tá vendo.
Pensando por outro lado, pelo fato de ser sempre indecisa, o cara de trás, pode ser O cara. O que vai ser meu amigo, O meu certo, O que vai me deixar com dúvidas, mas de outros tipos. O cara, minha querida, vai aparecer na hora que tiver que aparecer. Enquanto isso, melhor eu ficar sozinha, comigo mesma. Com A mulher DAQUELE cara!
Eu, que no fundo, me acabo de rir com as indecisões dela, comecei a me assustar. E se acontecer o mesmo comigo? Se um dia eu me relacionar com alguém, e aparecer uma pessoa que me faça ficar com dúvidas?
E se O cara, for o que está sentado ao meu lado em algum lugar, e eu estiver de olho no garanhão da frente? Pode acontecer.
Foi quando eu percebi, que eu, a solteirona, era de todas as minhas amigas indecisas, a pior. Sempre duvidando de tudo, sempre solteira, justamente pelo medo de não enxergar o certo, por estar olhando pro errado. Mas, e se o errado, for o certo? Tá vendo.
Pensando por outro lado, pelo fato de ser sempre indecisa, o cara de trás, pode ser O cara. O que vai ser meu amigo, O meu certo, O que vai me deixar com dúvidas, mas de outros tipos. O cara, minha querida, vai aparecer na hora que tiver que aparecer. Enquanto isso, melhor eu ficar sozinha, comigo mesma. Com A mulher DAQUELE cara!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
A tal da saia alta.
Que as roupas de cintura alta voltaram com tudo, é óbvio. Mas, o que eu mais tenho visto é a saia. De estilo "me chupa" até as mais larguinhas, bem menininhas.
Era um sábado, quando todos decidimos sair. Botei uma calça, uma blusa normal e abusei nos acessórios. Nunca gostei de sair igual aos outros, até porque, a mais ou menos 1 mês atrás, era praticamente uniforme blusa neon com saia alta preta. Não, obrigada. Cheguei no local, e me deparei com 89% das meninas com saia alta. Tudo bem, é bonito. Mas, o problema é que elas estão achando que é pra pegar a saia antiga do armário, e botar na cintura, deixando assim, toda a bunda de fora. Tem coisa mais ridícula que isso?
Foi naquele momento, que eu me perguntei: "Será que usar alguma roupa que esconda a minha bunda, tá fora de moda?" Não. A verdade é que seja menor de idade querendo seduzir o segurança, ou até mesmo as de maior idade, elas querem aparecer.
Lembrando, que nada contra a quem usa a saia alta, eu até tenho duas no meu armário. O problema, é como usam.
Graças a Deus, eu nunca gostei de roupa que mostre muito. Tá, confesso que teve uma época que eu só queria blusa decotada. E ainda bem, essa época passou. Só que, as meninas estão extravasando, mostrando cada vez mais. Daí, se um cara passa e mexe, se acham no direito de ficarem irritadas. Pudera, seios de fora e, metade da bunda aparecendo, eu só via na Av. Atlântica.
E cada vez que uma pessoa passa assim perto de mim, me dá vontade de perguntar se a pessoa tem parentes, amigos, ou então, pudor. E se vierem me falar que é porque os homens acham bonito, eu vou virar pra elas e vou falar: "De que adianta achar bonito, e não respeitar?" Né?!
Era um sábado, quando todos decidimos sair. Botei uma calça, uma blusa normal e abusei nos acessórios. Nunca gostei de sair igual aos outros, até porque, a mais ou menos 1 mês atrás, era praticamente uniforme blusa neon com saia alta preta. Não, obrigada. Cheguei no local, e me deparei com 89% das meninas com saia alta. Tudo bem, é bonito. Mas, o problema é que elas estão achando que é pra pegar a saia antiga do armário, e botar na cintura, deixando assim, toda a bunda de fora. Tem coisa mais ridícula que isso?
Foi naquele momento, que eu me perguntei: "Será que usar alguma roupa que esconda a minha bunda, tá fora de moda?" Não. A verdade é que seja menor de idade querendo seduzir o segurança, ou até mesmo as de maior idade, elas querem aparecer.
Lembrando, que nada contra a quem usa a saia alta, eu até tenho duas no meu armário. O problema, é como usam.
Graças a Deus, eu nunca gostei de roupa que mostre muito. Tá, confesso que teve uma época que eu só queria blusa decotada. E ainda bem, essa época passou. Só que, as meninas estão extravasando, mostrando cada vez mais. Daí, se um cara passa e mexe, se acham no direito de ficarem irritadas. Pudera, seios de fora e, metade da bunda aparecendo, eu só via na Av. Atlântica.
E cada vez que uma pessoa passa assim perto de mim, me dá vontade de perguntar se a pessoa tem parentes, amigos, ou então, pudor. E se vierem me falar que é porque os homens acham bonito, eu vou virar pra elas e vou falar: "De que adianta achar bonito, e não respeitar?" Né?!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Solteira: Opção ou consequência?
É quando me perguntam "E aí, tá solteira?", e eu respondo com um sorriso no rosto - meio forçado, meio alegre - "sim". E enquanto escrevia essa parte do blog, contava pra uma amiga que ia escrever sobre esse assunto, e ela me fala: "ninguém melhor que você". É, ou estou com fama de encalhada, ou de solteira convicta. Um dos dois, é!
E voltando, o que as pessoas normalmente falam, é: "Ah! Mas você tá porque quer.. Dúvido que não tenha pelo menos um. Ou então, você é muito seletiva."
Meu querido, vou te contar... Você está certo! Tanto com um, quanto com outro. Tem aquele 'pelo menos um', mas pelo fato de ser seletiva, estou solteira.. E porque quero! - ou não.
E, então eu pensei: "O que eu quero de alguém?". E logo me veio à cabeça, tem que ter bom humor. Convenhamos, nada pior do que aquela pessoa rabugenta. Que quer brigar por causa de tudo, que vive com cara fechada. Ah não, dispenso. Quero alguém que ria dos próprios erros de português, que caia na gargalhada depois de dar uma mancada - claro, não das feias -, mas alguém que também saiba a hora de falar sério. Afinal, uma coisa é ter bom humor, outra é parecer uma criança de 10 anos que só ri.
Então, quero alguém que tenha bom senso. Saiba a hora certa de tudo, de falar sério, de rir, de brincar e de brigar! É claro né, nem tudo são flores.. Até porque, quem ama, briga. Mas não quero ninguém monótono, que tenha uma rotina e não sai dela. Deus me livre, tédio na certa.
Pensei, quero alguém espontâneo: Que me pegue de surpresa enquanto eu ando na rua, ou então me mande um torpedo de madrugada fingindo estar chateado comigo por algo.. E logo depois, me mande outro falando que está brincando. Alguém que me beije na hora que passa outra mulher bem bonita. Mas, espontaneidade demais não dá! Imagina você no meio de um sono ótimo, depois de dias sem dormir, e seu namorado ou namorada te ligar, pra falar que está com outra mulher - ou homem - pra te enganar?! Ninguém merece.
É, melhor eu querer apenas alguém que ame: Simples e prático. Uma pessoa que ama, sabe exatamente a hora de fazer as coisas, mas sendo espontâneo e tendo bom humor. Briga comigo por alguma coisa que eu tenha feito de errado - pelo modo de vista dele, ou de todos. Que cuide de mim.
É, eu tô solteira por opção, ou por ser seletiva. Talvez, até por sempre estar na dúvida. Mas na hora que tiver que aparecer, vai. Então, enquanto isso: Sempre que me perguntarem se eu estou solteira, ou então, falarem que eu, melhor do que ninguém posso falar de solteirisse, vou responder com o mesmo sorriso - meio alegre, meio forçado - "sim, mas tô feliz".
E voltando, o que as pessoas normalmente falam, é: "Ah! Mas você tá porque quer.. Dúvido que não tenha pelo menos um. Ou então, você é muito seletiva."
Meu querido, vou te contar... Você está certo! Tanto com um, quanto com outro. Tem aquele 'pelo menos um', mas pelo fato de ser seletiva, estou solteira.. E porque quero! - ou não.
E, então eu pensei: "O que eu quero de alguém?". E logo me veio à cabeça, tem que ter bom humor. Convenhamos, nada pior do que aquela pessoa rabugenta. Que quer brigar por causa de tudo, que vive com cara fechada. Ah não, dispenso. Quero alguém que ria dos próprios erros de português, que caia na gargalhada depois de dar uma mancada - claro, não das feias -, mas alguém que também saiba a hora de falar sério. Afinal, uma coisa é ter bom humor, outra é parecer uma criança de 10 anos que só ri.
Então, quero alguém que tenha bom senso. Saiba a hora certa de tudo, de falar sério, de rir, de brincar e de brigar! É claro né, nem tudo são flores.. Até porque, quem ama, briga. Mas não quero ninguém monótono, que tenha uma rotina e não sai dela. Deus me livre, tédio na certa.
Pensei, quero alguém espontâneo: Que me pegue de surpresa enquanto eu ando na rua, ou então me mande um torpedo de madrugada fingindo estar chateado comigo por algo.. E logo depois, me mande outro falando que está brincando. Alguém que me beije na hora que passa outra mulher bem bonita. Mas, espontaneidade demais não dá! Imagina você no meio de um sono ótimo, depois de dias sem dormir, e seu namorado ou namorada te ligar, pra falar que está com outra mulher - ou homem - pra te enganar?! Ninguém merece.
É, melhor eu querer apenas alguém que ame: Simples e prático. Uma pessoa que ama, sabe exatamente a hora de fazer as coisas, mas sendo espontâneo e tendo bom humor. Briga comigo por alguma coisa que eu tenha feito de errado - pelo modo de vista dele, ou de todos. Que cuide de mim.
É, eu tô solteira por opção, ou por ser seletiva. Talvez, até por sempre estar na dúvida. Mas na hora que tiver que aparecer, vai. Então, enquanto isso: Sempre que me perguntarem se eu estou solteira, ou então, falarem que eu, melhor do que ninguém posso falar de solteirisse, vou responder com o mesmo sorriso - meio alegre, meio forçado - "sim, mas tô feliz".
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